O presidente do Atletico Mineiro, Alexandre Kalil, demonstrou em entrevista para o jornalista Cosme Rimoli que não está nem aí pra padre, bispo e nem é escravo da Globo. Apenas quer o melhor para o próprio clube.
Até o presente momento o presidente de clube mais corajoso a combater ou falar a verdade sobre a máfia do apito tinha sido o Juvenal Juvêncio, mas Alexandre Kalil tratou de entrar nesse mesmo embalo. Hoje, em entrevista, o dirigente afirmou:
- Eu vou deixar bem claro uma coisa, estão falando muitas bobagens a meu respeito. Não estou nem aí para igreja, para bispo, para quem for. Não sou funcionário de bispo nenhum, nem sou escravo da Globo. Quero dinheiro. Dinheiro, dinheiro... Di...nhei...ro... Você está me entendendo?
Quem pagar mais pelo direito de transmitir mostra os jogos e acaba logo com essa história. Estou cansado de ouvir tanta bobagem e desculpas que não me convencem, os clubes precisam de dinheiro e quem pagar mais, leva. Acabou!
E completou, quando perguntado sobre o que Corinthians e Flamengo pretendiam ao ameaçar a desfiliação:
- Olha, Cosme, não me interessa o que os outros estão fazendo. Não consigo entender porque estão virando as costas para uma proposta maior! Cansei de tentar buscar explicações, é problemas desses clubes. O do Atlético Mineiro eu sei: é dinheiro. Se eu perdesse a chance de conseguir mais dinheiro para o meu clube não mereceria ser presidente.
Acho engraçado e estranho essa obsessão tão grande atrás de dinheiro! Mas não estou surpreso depois que o Kalil apoiou publicamente Antonio Anastasia por dinheiro, apenas dinheiro, limpo ou sujo. Quanto mais dinheiro entra, mais dinheiro sobra ou sai despercebidamente. Espero que essas minhas duvidas não passem de mera coincidencia, pois considero o presidente do Atletico um dos menos ruins da atual cartolagem do futebol nacional. Porém não o acho perfeito, pois também é dirigente!
Este blog foi criado com a intenção de esclarecer e mostrar a verdade sobre tudo o que a contece dentro e fora das 4 linhas. Comentando os principais acontecimentos, como jogos, contratações, declarações. E, pricipalmente, Atentando e alertando àqueles que movem o futebol, a TORCIDA!
Mostrando postagens com marcador Juvenal Juvencio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Juvenal Juvencio. Mostrar todas as postagens
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Alexandre Kalil, honestidade? ou politicagem?
Marcadores:
Alexandre Kalil,
Atletico Mineiro,
Corinthians,
Cosme Rimoli,
Flamengo,
Globo,
Juvenal Juvencio
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
A verdade sobre a implosão do Clube dos 13
A CBF tem em suas mãos o Corinthians e o Flamengo... a Globo tem a CBF e algumas patrocinadoras!
O presidente do Corinthians, Andrés Sanches, é braço direito do Ricardo Teixeira. De uns tempos para cá tem se esforçado até mais que o normal para continuar sendo. Ricardo Teixeira sempre que pode tenta estreitar os laços com Joseph Blatter, presidente da FIFA, para que seja seu candidato na proxima eleição da maior entidade do futebol mundial, que acontecerá em breve, e por incrível que pareça está obtendo êxito. Andrés andou se aproximando de Teixeira com a intenção de ser seu sucessor na presidência da CBF! Isso justifica seu esforço para apoiar Ricardo Teixeira na batalha contra o Clube dos 13 (C13).
Ano passado Sanches deixou bem claro sua insatisfação com a divisão de cotas televisivas feita pelo C13, mas não se rebelou.
No curso do brasileirão de 2010, tiveram eleições para a presidência do C13, eram candidatos Kleber Leite (ex-dirigente do Flamengo) apoiado, indiretamente, por Ricardo Teixeira, e na oposição Fabio Koff (ex-presidente do Gremio). Koff tinha entre suas principais propostas a democratização na cessão dos direitos televisivos, que não agradava a principal parceira da CBF, a Globo, e a criação de uma liga independete de clubes, como acontece nas principais ligas do futebol mundial. Era o que Ricardo Teixeira mais temia, uma liga independente. Nesta eleição votariam os presidentes de cada clube da série A. O principal cabo eleitoral da chapa de Kleber Leite era o capanga de Teixeira, Andrés Sanches.
De nada adiantou o esforço da CBF, Fabio Koff venceu a eleição com a imensa ajuda do Juvenal Juvencio (presidente do são paulo), que para a surpresa de todos contou até com o voto da então presidente do Flamengo, Patrícia Amorim. Iniciava-se a confecção de planos para acabar com o C13 por parte da CBF, prevendo e tentando evitar o fim de seu império.
Tudo começou com Ricardo Teixeira beneficiando a quem votou na chapa que ele defendia e a por pedras no caminho de quem foi contra. O primeiro passo foi tirar o estádio do Morumbi da copa, que já tinha dezenas de projetos para se adequar às exigencias, e aceitou o do Corinthians (clube presidido por Andrés) que mal tinha sido passado pro papel e sem ver maquete nenhuma! Mesmo achando injusto, Juvenal Juvencio ergueu a cabeça e minimizou a derrota.
Dias depois, sem a menor cerimônia, Teixeira tratou de punir quem ele contava como voto certo e não votou na chapa dele, Patrícia Amorim. Havia-se passado 23 anos desde o fim do campeonato de 1987, onde o Sport esse tempo inteiro foi considerado o legitimo campeão pela CBF e o Flamengo o campeão pelo C13, e a CBF nunca havia dado parecer oficial pondo fim a esta discussão. De um dia pro outro a CBF emite em nota que o Sport era o campeão daquele torneio e o litígio estava encerrado, sem chance de correção.
Meses depois o C13 revelou que haveria uma democracia no proximo contrato para a cessão dos direitos de transmissão do campeonato nacional. Era o primeiro passo para colocar em prática os planos para a criação da tão sonhada liga independete de clubes e foi a gota para que a Globo demonstrasse sua insatisfação e passasse a trabalhar em prol dos planos da CBF.
Teixeira desesperado passou a atirar pra todos os lados, dessa vez em busca de apoio para uma possível demolição do C13 e não apenas de bonificar seus aliados. O primeiro passo foi "presentear" Santos (que votou na chapa da CBF) e Palmeiras (que votou na oposição) com a homologação de titulos que a decadas a CBF sempre se negou reconhecer como titulos nacionais. Fazendo ambos serem os maires vencedores de campeonatos brasileiros, ficando o Santos com 6 além dos 2 que consquitou recentemente, e o Palmeiras com 4 além dos outros 4 que conquistara, ambos saindo com 8. Dois a mais que os "inimigos" da CBF São Paulo e Flamengo, tirando a soberania dos clubes e tentando ganhar o apreço dos dois paulistas!
Esse ano numa jogada de mestre, a CBF decidiu colocar o Juvenal Juvencio que reconhecia o Flamengo como campeão de 1987 contra a torcida, o Flamengo e o proprio C13. Convocou o presidente do São Paulo para ir buscar a Taça de Bolinhas na sede da Caixa. Juvenal, mesmo achando que o Flamengo foi o primeiro penta e acatando todas as decisões do C13, teve de ir pela soberania e orgulho São Paulino e para evitar qualquer manifestação da torcida no caso de um abandono à taça. Mesmo constrangido comemorou e fez festa ao recebê-la. Juvenal com isso não apenas entrou em atrito com o C13, mas também com o Flamengo.
Foi um gol de placa da CBF, pois tinha um ambiente hostil entre os clubes, e tudo para atingir seu principal objetivo: Ter o Corinthians e o Flamengo em suas mãos, jóias do C13 por terem as maiores torcidas do país.
O Corinthians representado por seu presidente, demonstrou imensa satisfação ao C13 novamente e dessa vez levantou uma bandeira de independencia, ameaçando sair do C13. Usando o pretexto de que as cotas televisivas eram mal divididas e que o Corinthians e Flamengo mereciam ter maior porcentagem, apoiando a parceria com a Globo.
Uma semana depois a CBF que já havia criado um atrito entre Flamengo x São Paulo, convida Patrícia Amorim para uma reunião extraordinária na CBF, que para a surpresa até dela mesma tinha como assunto principal o titulo do Flamengo de 1987, DIVULGADO EM PRIMEIRA MÃO PELO SITE DA GLOBO, com status de notícia bombástica e inédita (como se a emissora já tivesse combinado com a CBF essa reunião e esses planos). Mas o Flamengo teria encargos além disso, não era soh receber a taça e o campeonato, tinha que ser contrário ao Clube dos 13 e se unir a CBF a partir de então. Foi o que Patrícia fez na primeira coletiva após do final da reunião, ameaçou sair do C13 assim como Corinthians, devido a insatisfação com a entidade ao permitir que o São Paulo recebesse a taça das bolinhas, ao não ajudar o Flamengo na busca pelo titulo de 1987 e devido a má divisão das cotas televisivas.
Foi estranho. 24 anos depois de a CBF nunca ter dado razão a reivindicações flamenguistas e 1 ano depois de dar como certo o campeonato pro Sport, ela faz o improvavel pra derrotar o Clube dos 13. Pior que isso, Jogou o Juvenal contra a torcida novamente, pois uma semana depois de ter que receber a taça ele terá de devolve-la sob riscos de sofrer sanções tanto da justiça comum quanto da justiça desportiva, pondo o velho e o C13 numa berlinda tremenda. Ontem ele admitiu que devolveria a taça para a CBF, mas queria uma réplica.
Mais estranho ainda era Patrícia Amorim de mãos dadas com Ricardo Teixeira, feliz da vida, criticando o C13, 5 meses depois de dizer que o presidente da CBF era corrupto e merecia ir preso (quando RT declarou o Sport como legítimo campeão de 1987 no fim de 2010).
Essa briga não tem que ser Flamengo x São paulo, pois isso é o que o Ricardo Teixeira quer. Essa briga tem que ser dos times de bem contra a CBF, o Corinthians já se vendeu, espero que o flamengo, que é outro clube muito importante para os negocios no futebol, não se entregue tão facil. Mas a CBF já está cuidando bem deles e vencê-la é quase impossivel agora.
O presidente do Corinthians, Andrés Sanches, é braço direito do Ricardo Teixeira. De uns tempos para cá tem se esforçado até mais que o normal para continuar sendo. Ricardo Teixeira sempre que pode tenta estreitar os laços com Joseph Blatter, presidente da FIFA, para que seja seu candidato na proxima eleição da maior entidade do futebol mundial, que acontecerá em breve, e por incrível que pareça está obtendo êxito. Andrés andou se aproximando de Teixeira com a intenção de ser seu sucessor na presidência da CBF! Isso justifica seu esforço para apoiar Ricardo Teixeira na batalha contra o Clube dos 13 (C13).
Ano passado Sanches deixou bem claro sua insatisfação com a divisão de cotas televisivas feita pelo C13, mas não se rebelou.
No curso do brasileirão de 2010, tiveram eleições para a presidência do C13, eram candidatos Kleber Leite (ex-dirigente do Flamengo) apoiado, indiretamente, por Ricardo Teixeira, e na oposição Fabio Koff (ex-presidente do Gremio). Koff tinha entre suas principais propostas a democratização na cessão dos direitos televisivos, que não agradava a principal parceira da CBF, a Globo, e a criação de uma liga independete de clubes, como acontece nas principais ligas do futebol mundial. Era o que Ricardo Teixeira mais temia, uma liga independente. Nesta eleição votariam os presidentes de cada clube da série A. O principal cabo eleitoral da chapa de Kleber Leite era o capanga de Teixeira, Andrés Sanches.
De nada adiantou o esforço da CBF, Fabio Koff venceu a eleição com a imensa ajuda do Juvenal Juvencio (presidente do são paulo), que para a surpresa de todos contou até com o voto da então presidente do Flamengo, Patrícia Amorim. Iniciava-se a confecção de planos para acabar com o C13 por parte da CBF, prevendo e tentando evitar o fim de seu império.
Tudo começou com Ricardo Teixeira beneficiando a quem votou na chapa que ele defendia e a por pedras no caminho de quem foi contra. O primeiro passo foi tirar o estádio do Morumbi da copa, que já tinha dezenas de projetos para se adequar às exigencias, e aceitou o do Corinthians (clube presidido por Andrés) que mal tinha sido passado pro papel e sem ver maquete nenhuma! Mesmo achando injusto, Juvenal Juvencio ergueu a cabeça e minimizou a derrota.
Dias depois, sem a menor cerimônia, Teixeira tratou de punir quem ele contava como voto certo e não votou na chapa dele, Patrícia Amorim. Havia-se passado 23 anos desde o fim do campeonato de 1987, onde o Sport esse tempo inteiro foi considerado o legitimo campeão pela CBF e o Flamengo o campeão pelo C13, e a CBF nunca havia dado parecer oficial pondo fim a esta discussão. De um dia pro outro a CBF emite em nota que o Sport era o campeão daquele torneio e o litígio estava encerrado, sem chance de correção.
Meses depois o C13 revelou que haveria uma democracia no proximo contrato para a cessão dos direitos de transmissão do campeonato nacional. Era o primeiro passo para colocar em prática os planos para a criação da tão sonhada liga independete de clubes e foi a gota para que a Globo demonstrasse sua insatisfação e passasse a trabalhar em prol dos planos da CBF.
Teixeira desesperado passou a atirar pra todos os lados, dessa vez em busca de apoio para uma possível demolição do C13 e não apenas de bonificar seus aliados. O primeiro passo foi "presentear" Santos (que votou na chapa da CBF) e Palmeiras (que votou na oposição) com a homologação de titulos que a decadas a CBF sempre se negou reconhecer como titulos nacionais. Fazendo ambos serem os maires vencedores de campeonatos brasileiros, ficando o Santos com 6 além dos 2 que consquitou recentemente, e o Palmeiras com 4 além dos outros 4 que conquistara, ambos saindo com 8. Dois a mais que os "inimigos" da CBF São Paulo e Flamengo, tirando a soberania dos clubes e tentando ganhar o apreço dos dois paulistas!
Esse ano numa jogada de mestre, a CBF decidiu colocar o Juvenal Juvencio que reconhecia o Flamengo como campeão de 1987 contra a torcida, o Flamengo e o proprio C13. Convocou o presidente do São Paulo para ir buscar a Taça de Bolinhas na sede da Caixa. Juvenal, mesmo achando que o Flamengo foi o primeiro penta e acatando todas as decisões do C13, teve de ir pela soberania e orgulho São Paulino e para evitar qualquer manifestação da torcida no caso de um abandono à taça. Mesmo constrangido comemorou e fez festa ao recebê-la. Juvenal com isso não apenas entrou em atrito com o C13, mas também com o Flamengo.
Foi um gol de placa da CBF, pois tinha um ambiente hostil entre os clubes, e tudo para atingir seu principal objetivo: Ter o Corinthians e o Flamengo em suas mãos, jóias do C13 por terem as maiores torcidas do país.
O Corinthians representado por seu presidente, demonstrou imensa satisfação ao C13 novamente e dessa vez levantou uma bandeira de independencia, ameaçando sair do C13. Usando o pretexto de que as cotas televisivas eram mal divididas e que o Corinthians e Flamengo mereciam ter maior porcentagem, apoiando a parceria com a Globo.
Uma semana depois a CBF que já havia criado um atrito entre Flamengo x São Paulo, convida Patrícia Amorim para uma reunião extraordinária na CBF, que para a surpresa até dela mesma tinha como assunto principal o titulo do Flamengo de 1987, DIVULGADO EM PRIMEIRA MÃO PELO SITE DA GLOBO, com status de notícia bombástica e inédita (como se a emissora já tivesse combinado com a CBF essa reunião e esses planos). Mas o Flamengo teria encargos além disso, não era soh receber a taça e o campeonato, tinha que ser contrário ao Clube dos 13 e se unir a CBF a partir de então. Foi o que Patrícia fez na primeira coletiva após do final da reunião, ameaçou sair do C13 assim como Corinthians, devido a insatisfação com a entidade ao permitir que o São Paulo recebesse a taça das bolinhas, ao não ajudar o Flamengo na busca pelo titulo de 1987 e devido a má divisão das cotas televisivas.
Foi estranho. 24 anos depois de a CBF nunca ter dado razão a reivindicações flamenguistas e 1 ano depois de dar como certo o campeonato pro Sport, ela faz o improvavel pra derrotar o Clube dos 13. Pior que isso, Jogou o Juvenal contra a torcida novamente, pois uma semana depois de ter que receber a taça ele terá de devolve-la sob riscos de sofrer sanções tanto da justiça comum quanto da justiça desportiva, pondo o velho e o C13 numa berlinda tremenda. Ontem ele admitiu que devolveria a taça para a CBF, mas queria uma réplica.
Mais estranho ainda era Patrícia Amorim de mãos dadas com Ricardo Teixeira, feliz da vida, criticando o C13, 5 meses depois de dizer que o presidente da CBF era corrupto e merecia ir preso (quando RT declarou o Sport como legítimo campeão de 1987 no fim de 2010).
Essa briga não tem que ser Flamengo x São paulo, pois isso é o que o Ricardo Teixeira quer. Essa briga tem que ser dos times de bem contra a CBF, o Corinthians já se vendeu, espero que o flamengo, que é outro clube muito importante para os negocios no futebol, não se entregue tão facil. Mas a CBF já está cuidando bem deles e vencê-la é quase impossivel agora.
Marcadores:
Andrés Sanches,
CBF,
Clube dos 13,
Corinthians,
Fabio Koff,
FIFA,
Flamengo,
Globo,
Joseph Blatter,
Juvenal Juvencio,
Kleber Leite,
Palmeiras,
Patricia Amorim,
Santos,
São Paulo,
Sport
Assinar:
Postagens (Atom)




